Paixão pelo Vazio ou o Vazio da Paixão
«Não conseguimos ser criativos só a partir do vazio.» Natacha Antão
Quem disse que com paixão tudo se conseguia enganou-se bem ou, pelo menos a mim, conseguiu enganar-me. Até ao dia 12 de Fevereiro. Nesse dia a paixão morreu e com ela a esperança de que essa paixão servisse efectivamente para conseguir alguma coisa.
Abre-se-me agora um admirável mundo novo, cheio de possibilidade e novidades às quais a «paixão pelo vazio» me cegou durante tempo já suficiente.
Este não lugar, meio do qual se serviu a minha paixão no último mês, vai, da minha parte, abrandar por uns tempos, agora que perdeu o sentido.
Passo a publicidade ao Tramum, blog de estudantes de primeiro ano de Arquitectura da Universidade do Minho, onde se fala realmente de arquitectura e não de patetices espaciais de um vazio apaixonado.
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