Anita

Há dias pensando sobre jardins japoneses lembrei-me da Anita (não sei ao certo o porquê desta associação).
Gostava dos livros da Anita. O que melhor recordo é Anita no jardim…Talvez também Anita de bicicleta. Marcava-me o facto de ela e o irmão – que recordo como Pedrito, seria? – se darem tão bem.
Recentemente, a curiosidade foi mais forte e abri um livro da Anita num hipermercado. Apercebi-me que, com os tempos, também as velhas histórias tinham mudado: em vez das brincadeiras no jardim, Anita conversava em chats na Internet, a bicicleta foi trocada por um telemóvel e as boas relações com Pedrito tornaram-se tão violentas que o levaram ao Hospital. Tive saudades dos clássicos!
Sinto-me retrógrada…
3 Comentários:
n tarda nada e aqueles segundos sentidos encontrados nas ilustraçoes das capas da anita pelas mentes mais preversas...passam a ser assunto banal em qualquer nova aventura...
dpois os putos achas que as coisas velhas sao uma seca...BEM PODE!..
09 outubro, 2009 00:42
tenho saudades da "nossa" Anita!
12 outubro, 2009 21:48
lool é verdade que as ilustrações dos livros da Abita evoluiram porque o seu ilustrador agora utiliza técnicas de desenho diferentes das que usava nos primeiros livros mas daí dizer que a Anita evolui e perdeu o encanto já é um bocado exagero não? Não existe nenhum livro da Anita que retrate as crianças de hoje em dia. Ao contrario do que escreveste não vemos a Anita a falar ao telemovel nem no computador como escreveste. Muito pelo contrario, os livros são agora muito criticados por serem conservadores... mas eu prefiro livros assim do que ver crianças a ler revistas da hannah montana e etc..
ah e já agora: a anita nunca foi parar ao hospital por se ter zangado com o irmão mas sim porque caiu ao andar de bicicleta - um episodio banal na vida de muitas crianças desde que as bicicletas existem!
não sei se estavas era a personificar as nossas crianças de hoje em dia na Anita... se não estavas então lê melhor os liros actuais da anita pois pelo que sei e já vi não têm nada dessas coisas que disseste. continuam nostalgicos, simples e amorosos como antes.
12 novembro, 2010 17:42
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