nada imaginário tudo
Num movimento psicadélico e alucinante já só se sentiu a cair no nada, bem duro por sinal...Do meio da multidão apressadamente alienada para o escuro inconsciente nada. Doeu (ou doeria) o embate mas nessa altura já nada sentia e por isso assim ficou. Estendido, frio, vazio, inconsciente e solitário. Sem dor...nem sentimentos...nem sentidos...verdadeiramente perdido no insensível. Aliviado e por fim racionalmente realizado no nada imaginário tudo. Efemeramente, pois logo o real lhe cai sobre a cabeça (não terá sido a cabeça a cair sobre o real?) despertando-o para a ilógica Razão do Ser...
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